Em tempos como o nosso, onde a
Igreja de Cristo é assaltada por tantos problemas - onde homens usurpam o lugar de seu
verdadeiro Mestre, as fracas obras do legalismo se impõem ao lugar do
verdadeiro sacrifício que nos dá paz com Deus, nega-se a autoridade das
Escrituras, o Evangelho é distorcido, o pecado relativizado, o antropocentrismo
ascende e multidões são lançadas ao erro - entristecem-se os que com
sinceridade vivem para glória de Deus e propagação do Seu reino.
Nessas horas, os exemplos dos
grandes homens de Deus registrados nas Escrituras e na história da Igreja,
servem de ferramenta divina para o nosso consolo.
Nas nossas tristezas, esses
exemplos nos mostram que Deus se usa das nossas vidas, que não estamos sozinhos
no peregrinar e que nada nos pode separar do amor de Deus em Cristo Jesus.
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| Zimbro |
Uma característica interessante
de Elias, assim como de outros servos de Deus, é a repulsa ao pecado.
Embora ele possuísse uma natureza pecaminosa como nós – ler Tiago 5v17
– ele abominava o pecado.
Jonas também tinha repulsa ao pecado, e errou por tentar se esquivar de sua missão. Talvez ele se achasse
incapacitado de pregar a condenação a uma cidade tão pecaminosa. Mas mesmo
assim Deus o usou em Seu propósito (quem pode frustrar os Seus planos?). No
ventre do animal marinho, o profeta fugitivo foi figura do Filho de Deus. Em
terra, sua pregação, foi instrumento do Altíssimo para o arrependimento e fé de
muitos.
Em sua vaidade, Jonas se entristeceu
por não ver a cidade destruída, aliás, ele suspeitava que o intento de Deus fosse
salvar aquele povo. Mas assim como a nós, o próprio Senhor usou dos meios
necessários para modelá-lo conforme Sua vontade.
Termino este texto com uma frase
do puritano John Owen (1616 – 1683):
“Os Cristãos não devem ficar surpresos ou desanimados se Deus lhes der uma tarefa que parece estar além de suas capacidades.”
